segunda-feira, 7 de junho de 2010

PLASMAOULCD?



O objeto eletrônico mais desejado pelos americanos nesse Natal é a TV de plasma, de acordo com uma nova pesquisa feita pela Associação de Eletroeletrônicos dos EUA. Aquelas telas enormes, largas e delgadas que podem ser facilmente instaladas na parede têm uma presença tão marcante que, mesmo desligadas, continuam a impressionar.Se você é um daqueles que pretendem comprar um aparelho desses, atenção para estas três palavrinhas: não faça isso. Antes de gastar toda essa grana, pense primeiro se não seria melhor comprar uma TV de cristal líquido (LCD).É claro que as telas de cristal líquido não são nenhuma novidade; há muito tempo elas fazem parte de laptops, camcorders e câmeras. Até recentemente, porém, não era possível comprar aparelhos de tela plana de cristal líquido com mais de 40 polegadas, pois eles simplesmente não existiam.A ficha finalmente caiu quando dois dos maiores fabricantes de telas de cristal líquido do mundo, a Samsung e a Sharp, decidiram gastar alguns milhões de dólares na modernização de suas unidades de produção de telas. O fruto desse esforço acaba de vir à luz: a tela de cristal líquido de 45 polegadas da Sharp (modelo LC-45GX6U) e a de 46 polegadas da Samsung (LT-P468W).Com um tamanho capaz de humilhar qualquer vizinho, a maior novidade desses aparelhos, porém, é sua resolução: 1.920 por 1.080 pixels. São mais de 2 milhões de pontinhos de cor.Compare esse número com os 786 mil pixels de um aparelho de plasma de alta definição (HDTV) de 42 polegadas, ou com os 300 mil pixels de um televisor normal. Não é de espantar que essas telas tenham tamanha nitidez. É bem possível que a esta altura os fanáticos pela alta definição já estejam protestando: ?Mas para que tanto se as emissoras de TV nem sequer transmitem nesse nível de resolução?? É verdade, todos esses pontos a mais não tornam mais nítidas a imagem do DVD ou as transmissões em alta definição de hoje.Por enquanto, todo esse formigueiro de pixels resulta apenas em ganhos em brilho e contraste, simplesmente porque uma área maior da tela é ocupada por eles. O efeito de ?tela de mosquito? também diminui, inclusive quando o espectador está próximo do aparelho. Os quadrados são tão minúsculos que é impossível percebê-los mesmo a 90 centímetros da tela.A verdadeira recompensa, porém, virá daqui a alguns anos, quando as emissoras começarem a gravar e a transmitir programas em um sinal ainda melhor, conhecido como 1080p HDTV. Quando esse dia chegar, a nitidez da imagem nos aparelhos de cristal líquido será muito maior do que a dos aparelhos de plasma.Essas telas contam com vantagens mais universais, próprias do cristal líquido, como o fato de serem um pouco mais leves do que o plasma. Há também a questão das marcas permanentes na tela da TV de plasma ? um fantasma que há anos assusta o consumidor. Trata-se de uma imagem estática (como o logotipo dos canais) que, se exibida durante muito tempo em uma tela de plasma, pode acabar deixando um ?fantasma? no fósforo do aparelho.De modo geral, as telas de cristal líquido também duram mais. Além disso, elas consomem menos eletricidade do que o plasma. Se é assim, por que as TV de plasma são tão desejadas?O fato é que o plasma ainda é superior ao cristal líquido em alguns aspectos, sobretudo no preço. Os aparelhos da Sharp e da Samsung, de 45 e 46 polegadas respectivamente, custam US$ 6.100 e US$ 6.200 na internet e cerca de US$ 8.000 no varejo. Com esse dinheiro, é possível comprar um televisor de plasma de 50 polegadas e ainda economizar US$ 1.000 para a pipoca.O plasma também é a única saída se você quiser alguma coisa maior do que 46 polegadas. A qualidade da imagem é outro ponto polêmico. De modo geral, a imagem na tela de cristal líquido é mais nítida do que no plasma, e as cores são mais vibrantes. Além disso, a reprodução na tela de cristal líquido é muito melhor do que no plasma em ambientes iluminados. Entretanto, algumas pessoas dizem que as cores da TV de plasma são mais próximas da realidade e que o preto é mais preto.Para muita gente, porém, tudo isso não passa de picuinha teórica. Basta olhar para os aparelhos da Samsung e Sharp para ver que eles são incríveis.Se você pôs no topo da lista de presentes um televisor de plasma, que tal reconsiderar seu desejo?

Guitar Hero: novidades e participações ilustres.



Guitar Hero é sem dúvida uma das máquinas de dinheiro mais funcionais da história dos games. Sendo assim, é natural que a Activision, a felizarda empresa que colhe os louros da franquia, invista pesado em inovações, parcerias e, é claro, marketing.E por falar em marketing, foi recentemente divulgada a imagem da caixa que virá recheada com a aguardadíssima nova edição da série: Guitar Hero: World Tour. É claro que a não poderia faltar uma indicação clara de que o jogo agora suportará uma banda inteira. Note a “sutil” faixa na qual se pode ler “Complete Band Game”.
Repertório inflamadoPropagandas enfáticas à parte, é notável também as parcerias que estão sendo feitas pela empresa para garantir um repertório exemplar a World Tour. Depois de confirmados nomes de peso como Van Halen, Jimi Hendrix, Foo Fighters e Sublime, mais alguns títulos bem populares foram anunciados.Tem-se até o momento um total de 14 músicas confirmadas. São elas:
“Are You Gonna Go My Way” (Lenny Kravitz)
“Beat It” (Michael Jackson)
“Bullet with Butterfly Wings” (Smashing Pumpkins)
“Everlong” (Foo Fighters)
“Hot for the Teacher” (Van Halen)
“In The End” (Linkin Park)
“Light My Fire” (The Doors)
“Never Too Late” – The Answer
“Obstacle 1” (Interpool)
“One Armed Scissor” (At The Drive-in)
“Purple Haze” (Jimi Hendrix)
“Rebel Yell” (Billy Idol)
“Santeria” (Sublime)
“The Wind Cries Mary” (Jimi Hendrix)

Caixa acústica inteligente com 12 alto-falantes faz projeção de som



Jeverson Barbieri - Jornal da Unicamp - 01/04/2010
O dispositivo esférico difere dos alto-falantes
convencionais porque possui uma distribuição espacial de energia sonora feita por doze pequenos alto-falantes, controlados de forma independente. [Imagem: Antoninho Perri - Unicamp]
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Projeção de som 3D
Imagine poder escutar o som de um instrumento musical, executado através de uma projeção sonora, com a mesma qualidade obtida se o músico estivesse tocando ao seu lado, no mesmo ambiente.
Essa realidade já existe e foi desenvolvida pelo pesquisador Alexander Mattioli Pasqual, da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp.
Trata-se de um sistema de áudio para projeção tridimensional do som, um dispositivo esférico que difere dos alto-falantes convencionais porque possui uma distribuição espacial de energia sonora feita por doze pequenos alto-falantes, controlados de forma independente.
Assinatura espacial
A aplicação mais imediata dessa nova tecnologia pode ser percebida quando se escuta um músico ao vivo e depois a sua gravação. Pasqual explicou que é possível perceber a diferença dos sons porque a distribuição de energia no espaço do instrumento musical é diferente da distribuição do alto-falante.
"Chamamos essa distribuição de energia de assinatura espacial. Com o novo dispositivo, conseguimos aproximar as assinaturas espaciais do instrumento e do alto-falante", assegurou o pesquisador.
Sob a orientação do professor José Roberto de França Arruda, Pasqual contou que a pesquisa foi desenvolvida em parceria com o Laboratório de Mecânica e Acústica do Centre National de La Recherche Scientifique (CNRS) de Marselha (França), referência mundial em acústica.
De acordo com o pesquisador, esse tipo de equipamento não existe no mercado e que, portanto, seu trabalho foi estudar as potencialidades do equipamento, quais os tipos de distribuição espacial que se consegue ou não reproduzir, as restrições em termos de bandas de frequência, projetos de equalizadores, técnicas de otimização e, também, as suas limitações.